quinta-feira, 24 de março de 2011

notícia:

Revelado vilão do filme do Homem-Aranha

A Sony Pictures tem feito o possível para manter em segredo os detalhes de “The Amazing Spider-Man”, o novo filme do Homem-Aranha que deve reiniciar por completo a franquia nos cinemas. O estúdio, porém, não contava com a boca grande de um dos integrantes do elenco.
O ator C. Thomas Howell (“A Morte Pede Carona”), que terá um pequeno papel no filme, resolveu entregar vários detalhes da trama – chegando ao ponto de revelar quem será o vilão.
“Não tenho muito a dizer. A Sony não quer que a gente espalhe muito. Eu faço um papel relativamente pequeno: um operário de construção cujo filho é pego no meio de uma briga entre o Lagarto e o Homem-Aranha na Ponte de Manhattan. O Aranha salva meu filho. No final do filme, tem o troco: o Aranha está ferido e eu sou o único a ajudá-lo, quando todas as outras pessoas achavam que ele poderia ser, na verdade, um cara mau”, disse Howell durante o podcast RetroRadio.
Com isso, fica confirmado que Rhys Ifans interpretará Curt Connors, um sujeito que, depois de uma experiência mal-sucedida, transforma-se no vilão Lagarto. Outro importante detalhe é que o Homem-Aranha não será tratado inicialmente como um herói, e sim como um inimigo da cidade – como nos quadrinhos originais dos anos 60.
O filme será estrelado por Andrew Garfield (“A Rede Social”). Também estão no elenco Emma Stone (Gwen Stacy), Martin Sheen (Tio Ben), Denis Leary (George Stacy), Chris Zylka (Flash Thompson), Sally Field (Tia May), Irrfan Kahn (Van Adder), Campbell Scott (pai de Peter Parker) e Julianne Nicholson (mãe de Peter).
A direção de “The Amazing Spider-Man” é de Marc Webb (“500 Dias com Ela”) e a estreia está marcada para 3 de julho de 2012.

sábado, 19 de março de 2011



Uma jovem garota que tenta fugir da dor causada por seu padrasto e pela futura lobotomia. Baby Doll acaba internada em uma clínica psiquiátrica pelo padrasto, lá cria e começa a viver em uma realidade alternativa para fugir de toda aquela dor. Naquele mundo imaginário ela começa a preparar sua fuga, mas para isso, ela precisa roubar cinco objetos antes que seja pega por um homem desprezível. A história se passa na década de 50.

quinta-feira, 17 de março de 2011

sobre o filme cisne negro:O filme Cisne negro me surpeendeu mas ao mesmo tempo não o filme de suspence é meio fraco no final o filme sobre piscícologia fala tipo sobre a loucura de nina ou (nina ce iludindo) na dispulta pelo papel da rainha do lago dos cisnes com sua inimiga lily, mas quando você assisti o filme você pode achar que o filme é emocionante mas quando você assiti pela terceira vez você pode achar que não tem mais graça mas quando você assisti pela terceira vez você analiza que o filme tem os ceus defeitos foi isso que eu pencei (todos filmes tem defeitos) mas o filme intero ce você não prestar atenção você não intende por que Nina tem o dedo sangrando.
ESSA FOI A  MINHA CRITÍCA SOBRE CISNE NEGRO.
é

quarta-feira, 16 de março de 2011

Metric - Eclipse (All Yours) [music video]

quinta-feira, 10 de março de 2011

noticía:PIXAR LIBERA NOVO TEASER DE TOY STORY 4: A Disney Pixar liberou uma amostra do novo curta com os personagensde Toy Story: Hawaiian Vacation. As imagens mostram Barbie e Ken indo viajar de férias para o Havaí, ou eles pensando que vão. Os brinquedos na verdade não saíram do quarto de sua nova dona, Bonnie. Quando percebe a frustação de Ken, Woody tenta alegrar o amigo e recriar o clima das praias paradisíacas do estado. 
O novo curta será lançado junto com o filme  Carros 2, que estréia em 24 de junho.


terça-feira, 8 de março de 2011

especial 3: o besouro verde Cartaz Besouro Verde
O Besouro Verde chega aos cinemas nesta sexta-feira com a difícil missão de emplacar nas bilheterias de todo o país. Seria uma missão impossível? Acredito que sim. Se depender do carisma do protagonista, ofuscado pelo coadjuvante Kato e pelas falhas do roteiro, O Besouro Verde será um grande fracasso. Apresentando uma Cameron Diaz perdida em tamanha canastrice, esta bomba é um dos piores filmes de super-herói, conseguindo superar até mesmo Mulher Gato, fiasco de Halle Barrey há alguns anos.
Nem a tecnologia 3D consegue salvar O Besouro Verde (The Green Hornet) do fiasco. Aventura dirigida pelo francês Michel Gondry e estrelada por Seth Rogen (sem carisma), Jay Chou (interessante) e Cameron Diaz, trazendo ainda Christoph Waltz, Edward James Olmos, David Harbour e Tom Wilkinson (que desaparece da história antes que ela se torne tão medonha), O Besouro Verde conta a história de Britt Reid (Seth Rogen), o filho do respeitado magnata da mídia de Los Angeles, que leva uma vida sem compromisso, até que seu pai morre misteriosamente, deixando-lhe como herança seu vasto império da mídia. Após uma confusa ação heroica numa noitada dos rapazes, eles decidem que podem ser heróis e bandidos simultaneamente: eis o início da saga deste herói fajuto.
A trama teve origem no rádio em 1936, foi lançado como seriado de televisão em 1966, trazendo Bruce Lee como o coadjuvante oriental, técnico em artes marciais, entretanto, foi cancelado um ano depois, devido à baixa audiência. Com um histórico desse, por que a insistência em ressuscitar um herói tão meia boca? Nicolas Cage tomou uma das decisões mais acertadas dos últimos anos em sua carreira, deixando de lado o papel do vilão, entregando-o ao canastrão Christhoper Waltz. As referências ao clássico Ben Hur não mudam a fragilidade do roteiro, nem tampouco as poucas boas falas (duas ou três memoráveis) referentes à cultura da mídia. Até a pequena piada com Crepúsculo não resultou bem, ficando solta e contraditória, afinal, por que citar a saga vampiresca se a trama de O Besouro Verde consegue ser pior? Paradoxal, não?
Vilões e piadas sem graça, somados às cenas de explosões e tiroteios (meras desculpas para a movimentação da ação) ilustram esta aventura emocionalmente estéril. O herói que tem a sua origem nos rádios, já passeou pelos quadrinhos e agora chega aos cinemas, num filme que provavelmente vai passar despercebido pela geração atual. Com dolorosos 119 minutos de duração, O Besouro Verde mostra que a esperança, mesmo sendo a última, morre. E se formos depender desta mega bobagem, morre feio.


ALGUNS MOMENTOS DE 'O BESOURO VERDE'


Tentar é inútil quando você sempre falha!
Fala da cena inicial, quando o pai de Britt o critica por sempre fazer tudo errado.


Não se deve ter medo de morrer... Você deve ter medo é de não ter vivido!
Diálogo entre Britt e Kato, oriental parceiro do Besouro Verde que instiga-lhe a viver grande aventuras.


Seu jornal caiu em ambição. É culpa da internet, que nos obriga a publicar textos curtos, de fácil digestão.
Diálogo interessante dentro de 119 minutos de um filme tão bobo.


Crepúsculo? Não vi o filme... Mas se fossemos falar de aventura citaríamos Coocon.
Diálogo com ponto de vista crítico em relação à Saga Crepúsculo. Cara de pau esse roteirista, não?


Como seremos heróis se somos vistos como criminosos?
Herói ou bandido? Diálogo que evidencia esta dúvida dos parceiros.

especial 2:burlesque: divas de gerações distintas dão show em musical acima da média Cartaz Burlesque
Christina Aguilera não é atriz. Receio. Cher ganhou o Oscar em 1988 e estava longe das câmeras há tempos. Receio. Burlesque poderia ter se tornado mais um dos filmes com cantoras sem talento protagonizando uma trama canastrona. Receio. Foi com essa atitude que Burlesque, musical que traz o mega encontro de Divas de gerações diferentes foi recebido pelos espectadores: com bastante receio. O improvável sucesso do filme era coisa certa para muitos, porém, quem apostou que o filme naufragaria se deu mal: Burlesque é diversão de primeira linha, mesmo que a trama não seja tão original.
A inserção da Christina Aguilera nos cinemas saiu ilesa do prêmio Framboesa de Ouro, que elege os piores do ano. Todas as suas colegas de profissão já foram indicadas: Beyoncé, Britney Spears, Jennifer Lopez, Madonna, Mariah Carey e Whitney Houston. Os responsáveis por selecionar as piores performances do ano não são favoráveis à participação de cantoras no cinema. Algumas indicações beiram a injustiça, portanto, muitas delas são justas. Apesar da atuação um tanto óbvia, Christina Aguilera consegue dar dignidade ao papel de Ali, menina humilde do Iowa que decide seguir para Los Angeles e se tornar uma artista de sucesso. No seu caminho surgirá Tess (Cher, magnífica como sempre), dona da casa de shows Burlesque. Inicialmente, Tess vai colocar obstáculos para a insistente Ali, que precisa provar a todo custo o seu talento nos palcos. Um doce para quem adivinhar o desenrolar: convencida de que tem o talento necessário para dominar os palcos do Burlesque, Ali mostra todo o seu poderio vocal numa gafe cometida por uma colega invejosa, a Nikki (Kristten Bell), saindo da posição de coadjuvante para a estrela principal do local.
As canções são dançantes e agradáveis. A ambientação bastante atraente. O clima de Sessão da Tarde nas soluções folhetinescas não atrapalha o desempenho da narrativa. Desde o início o espectador já sabe como tudo vai se desenrolar.
Dois cartazes de divulgação do filme.
A canção "You Haven't Seen the Last of Me", escrita por Diane Warren e interpretada por Cher, ganhou o Globo de Ouro de Melhor Canção Original. Considerada como a prévia do Oscar, a premiação é a segunda mais importante no mundo do cinema, ficando atrás apenas do Oscar. Curioso é ver Cher e Aguilera aparentemente bem entrosadas: para quem não sabe ou não se recorda, no último show da sua carreira, Cher critica as suas colegas mais jovens de forma bastante ácida: “Britney, Christina, J-Lo... suas cadelas, vocês nunca serão como eu”. A fala de Cher repercutiu bastante na mídia naquela época, portanto, parece não ter impedido que Burlesque saísse do roteiro e se transformasse no musical tão animado que o é.
Redondinho, sim. A trama é matematicamente calculada para agradar ao espectador que curte o estilo hollywoodiano. Mas verdade seja dita: ver Christina Aguilera em performances e canções de Etta James, Marylin Monroe e rever Cher depois de tanto tempo afastada das telas é um presente daqueles!
No plano das curiosidades, Emma Stone e Lindsay Lohan foram cotadas para o papel de Nikki, a rival de Ali no filme. Robert Pattison (Crepúsculo) também esteve cotado para o papel de Jack, par romântico de Aguilera no filme. Marcando o encontro de duas gerações distintas, Burlesque ganha por agradar não apenas aos fãs de Cher e Aguilera, sendo divertimento para todo tipo de público.
Com 111 minutos de duração, Burlesque conta com a presença de Stanley Tucci no papel de Nigel, amigo gay de Tess e uma espécie de mentor de Ali. O musical dirigido por Steven Anti também traz Peter Gallagher (da série The O.C.), Eric Dane (da série Grey's Anatomy) e Kristen Bell (da série Veronica Mars).


Saiba mais sobre a história do espetáculo burlesco
Para criação da história do filme, os produtores precisaram pesquisar todos os aspectos que caracterizam um espetáculo burlesco. Para deixar o nosso Especial Burlesque mais completo, entrego-lhes também um punhado de informações adicionais sobre este tipo de espetáculo na história da arte.
Antes de adentrarmos no espetáculo burlesco propriamente dito, vamos passear um pouco sobre a origem desta forma de arte e outras curiosidades relevantes. A palavra burlesque tem a sua origem no latim através da expressão burrula, diminutivo de burra (brincadeira, burla, farsa). Em italiano se chama burla, burlesco. No francês, burlesque. Como gênero literário, procura ridicularizar textos épicos importantes, como por exemplo, The Virgili Travesti (1698), obra que satirizava a epopéia do poeta Virgílio. A ideia de arte contrária também marca o burlesco na literatura: Alexander Pope, renomado tradutor da Odisseia também seria um representante. Em sua obra The Rape of the lock, de 1792, o escritor trataria de um assunto pequeno com a gravidade de uma questão extremamente importante. Esta é outra peculiaridade do burlesco.
Ao longo da Idade Média, o burlesco foi muito apreciado nos textos poéticos dos goliardos, paródias sobre as condutas dos clérigos e estudantes e nos fabliaux franceses, obras anti eclesiásticas de tom carnavalesco. Se olhado por um ângulo acadêmico, o conceito de burlesco está bastante próximo do conceito de carnavalesco (Bakhtin) e se torna aliado da paródia à medida em que vulgariza o que é sublime. Gargântua e Pantagruel, de Rabelais são duas obras marcantes deste tipo de literatura.
Na Espanha, podemos encontrar vestígios do burlesco nas cantigas de escárnio e maldizer. Até na obra máxima Dom Quixote é possível visualizar alguns traços nas pinceladas de Miguel de Cervantes ao longo do romance. O estilo burlesco espanhol tem o seu ponto alto nos poemas satíricos de Góngora e Estebanillo González (Quevedo é visto como um escritor principalmente satírico). Em Portugal, o burlesco surge em algumas paródias. Não surgem nas manifestações trovadorescas nem nos autos de Gil Vicente, mas nas obras de Guilherme Braga e Arthur de Azevedo.
Discutido academicamente por Mikhail Bakthin, uma das autoridades no assunto, o espetáculo burlesco está ligado a uma apresentação teatral que tende à paródia e a sátira, sendo considerada uma representação grotesca e exagerada, bem próximo da farsa. Alguns historiadores alegam que surgiu paralelo à Commédia dellárte, uma espécie de teatro de improviso germinado na Itália entre os séculos XV e XVII. Os espetáculos eram apresentados ao ar livre e compostos por em média, dez pessoas. A categoria de strip-tease surgiu na década de 20 do século passado.
Versando sobre os costumes, este tipo de comédia satirizava temas como adultério, piadas regionais e ao longo dos séculos ganhou espaço em obras de artistas famosos como as óperas de Richard Strauss, as peças de Moliére e na contemporaneidade, a família Simpson, considerada como a transição dos ideais deste tipo de arte para o contexto atual.
Desta maneira, a Commédia Dellárte é a base de muitas formas de espetáculos atuais: o strip-tease, a marionete, as danças eróticas e outros. Expandiu-se nos Estados Unidos no século XIX e ganhou maior destaque nos teatros intitulados Music Hall (também no Canadá), local onde as formas tradicionais de teatro eram somadas às expressões populares como o circo e seus trapezistas. Menos elitistas e mais próximos da cultura popular, estes espetáculos foram ganhando fama, afinal, podia-se perder os pudores e consumir álcool à vontade, subir nas mesas e todas as coisas imaginadas num local frequentado por pessoas que de certa maneira desafiavam as convenções e mantinham-se expostas na sociedade.
Os espetáculos burlescos ganharam a maior notoriedade entre 1850 e 1960, tendo o seu apogeu no período entre guerras (Primeira e Segunda Grande Guerra Mundial). Perdeu a força para a massificação do rock´n roll, entretanto, havia deixado o seu legado. Ao Burlesco somamos o Vaudeville (termo que foi adulterado do francês, “voix de ville”, a voz da cidade), apresentados em saloons, freak shows e nos chamados Dime Museums (instituições criadas para o entretenimento e educação moral das classes pobres norte-americanas), assim como à literatura burlesca.
Há fontes históricas que nos remetem ao burlesco como a ópera de Francesco Berni denominada rime burleschi. Logo em seu inicio, o Burlesco teve papel fundamental na mudança de costumes, principalmente no que tange a libertação da mulher na posteridade. Tendo a mulher norte-americana exibido seu corpo da maneira que queria, tal fato é um marco decisivo na cultura popular ligada às questões de gênero, que logo depois seria desenvolvida pelas chamadas Indústrias Culturais.
Com forte teor crítico aos costumes da elite dos Estados Unidos e Inglaterra (também representante destes espetáculos ao redor do mundo), a manifestação cultural popular marca o confronto entre a cultura aristocrata Vitoriana e a nova cultura operária que surgia com a cultura de massas. É, o cinema, forma de arte que ganharia expressão popular intensa na década de 20 do século passado que tomaria o lugar desta manifestação artística rica em produção e adornada por arranjos da cultura popular de muitos séculos.
Segundo as informações recolhidas durante pesquisa para a elaboração deste especial, William Mitchell e Laura Keene são dois renomados protagonistas e realizadores de peças burlescas famosas no século XIX. Com o fracasso proveniente do sucesso da sétima arte, o Burlesco ganhou destaque em outras plataformas, como por exemplo, o rádio e a televisão, tendo o programa The Ed Sullivan Show como um dos destaques. O Burlesco perderia seu público ao vivo, preferindo assistir a este tipo de espetáculo exagerado pela televisão.
O Burlesco seria retomado na década de 90: Nova York, Los Angeles e São Francisco são cidades que revivem o Burlesco em diversos festivais ao longo do ano. A banda norte-americana Panic! at the Disco recentemente utilizou-se do burlesco para a produção de um de seus discos.


O FILME EM 5 MINUTOS
Bem Vindo ao Burlesque!
Primeira aparição de Cher em Burlesque, desejando as boas vindas ao público do local, e claro, aos espectadores.
Você é a Tess?
Cena que marca o primeiro contato de Ali (Christina Aguilera) com Tess (Cher). A personagem Ali vai precisar de muito esforço para convencer Tess a deixá-la atuar nos palcos.
Mostre-me!
Cena marco da primeira discussão séria entre Tess e Ali, que precisa mostrar à sua mentora que é capaz de arrasar nos palcos do Burlesque com dois atributos bem favoráveis: voz e performance.
Alice: bem vinda ao país das maravilhas!
Referência ao clássico de Lewis Carroll, quando o personagem de Stanley Tucci questiona a origem do apelido Ali. Vale ressaltar que esta é a segunda vez que Stanley contracena com um personagem difícil, seguindo a linha “mentora”: em O Diabo Veste Prada, Stanley Tucci atua com Meryl Streep e a própria encarnação do diabo: Miranda Prisley.