quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

jogos mortais o final:As armadilhas ganham uma nova dimensão neste último capítulo dafranquia de terror de maior sucesso dos últimos tempos. Bobby (Sean Patrick Flanery), um perito de auto-ajuda e também sobrevivente, sereune a um grupo de vítimas que busca superar o trauma e as seqüelas dos jogos de Jigsaw. Entretanto, os seus segredos ementiras irão desencadear uma nova onda de terror e medo revelandotodo o legado deixado por Jigsaw.

veja a sinopse de Cisne Negro:Nina é bailarina de uma companhia de balé de Nova  York. Sua vida, como a de todos nessa profissão, é inteiramente consumida pela dança. Ela mora  com a mãe, Erica, bailarina aposentada que incentivaa ambição profissional da filha. O diretor artístico da companhia,Thomas Leroy, decide substituir a primeira  bailarinaBeth MacIntyre, na apresentação de abertura da temporada, O Lago dos Cisnes, e Ninaé sua primeira escolha. Mas surge uma concorrente: a nova bailarina, Lily, que deixa Leroy impressionado. O Lago dos Cisnes requer umabailarina capaz de interpretar tanto o Cisne Branco com inocência e graça, quanto o Cisne Negro, que representa malícia e sensualidade.Nina se encaixa perfeitamente no papel do Cisne Branco, porém Lily é aprópria personificação do Cisne Negro. As duas desenvolvem umaamizade conflituosa, repleta de rivalidade, e Nina começa a entrar emcontato com seu lado mais sombrio, com uma inconsequência queameaça destrui-la. O filme é estrelado por: Natalie Portman, VincentCassel, Mila Kunis, Barbara Hershey e Winona Ryder.


veja o trailer de besouro verde:

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

notícias:Teaser de Kung Fu Panda 2 cai na Internet
Kung Fu Panda 2 ganhou novas imagens na web.Um teaser que passará durante os comerciais do SuperBowl caiu na internet e mostra Po junto com os Cinco Furiosos. Kung Fu Panda 2: The Kaboom of Doom  chega aos cinemas



Conheça os indicados ao Framboeza de Ouro
Confira os indicados ao Framboeza de Ouro, ou melhor dizendo, Piores do Ano.
Os filmes da lista possuem link para assistir ao  trailer.
Pior Filme
A Saga Crepúsculo: Eclipse
O Caçador de Recompensas
O Último Mestre do Ar
Os Vampiros que se Mordam
Sex and the City 2
Pior Ator
Jack Black, por As viagens de Gulliver
Gerard Butler, por Caçador de recompensas
Robert Pattinson , por A saga Crepúsculo: Eclipse
Taylor Lautner, por A saga Crepúsculo: Eclipse
Ashton Kutcher, por Par perfeito e Idas e vindas do amor
Pior Atriz
Jennifer Aniston, por Caçador de recompensas e Coincidências do amor
Miley Cyrus, por A última música
Kristen Stewart, por A saga Crepúsculo: Eclipse
Megan Fox, por Jonah Hex
Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis e Cynthia Nixon, por Sex and the city 2
Pior Ator Coadjuvante
Billy Ray Cyrus, por Missão quase impossível
George Lopez, por Missão quase impossível, Idas e vindas do amor e Marmaduke
Dev Patel, por O Último Mestre do Ar
Jackson Rathbone, por O Último Mestre do Ar e A saga Crepúsculo: Eclipse
Pior Atriz Coadjuvante
Liza Minnelli, por Sex and the City 2
Nicola Peltz, por O Último Mestre do Ar
Barbra Streisand, por Entrando numa fria maior ainda com a família
Jessica Alba, por The killer inside me, Machete, Idas e vindas do amor e Entrando numa fria maior ainda com a família
Pior Diretor
por Jason Friedberg e Aaron Seltzer, por Os Vampiros que se Mordam
Michael Patrick King, por Sex and the City 2
M. Night Shyamalan, por O Último Mestre do Ar
David Slade , por A saga Crepúsculo: Eclipse
Sylvester Stallone, por Os Mercenários
Pior Roteiro
O Último Mestre do Ar
Entrando numa fria maior ainda com a família
Sex and the City 2
Vampiros me mordam
A saga Crepúsculo: Eclipse
Pior Casal
Jennifer Aniston e Gerard Butler, por Caçador de Recompensas
O rosto de Josh Brolin e o sotaque de Megan Fox, por Jonah Hex
Todo o elenco de O Último Mestre do Ar
Todo o elenco de A saga Crepúsculo: Eclipse
Todo o elenco de Sex and the City 2
Pior Prequência, Sequência, Remake ou Paródia
O Último Mestre do Ar
Fúria de titãs
Sex and the City 2
Vampiros me mordam
A Saga Crepúsculo: Eclipse
Pior uso de 3D
Cães e Gatos 2: A Vingança de Kitty Gallore
Fúria de Titãs
O Último Mestre do Ar
Nutcracker 3D
Jogos mortais 7 3D

notícias:Confira a lista dos indicados ao Oscar 2011
Foi anunciado dia 25/01/2011 pela Academia de Hollywood em Los Angeles a lista dos indicados da 83º edição do Oscar, maior eventocinematográfico.
evento ocorrerá no dia 27 de fevereiro no Teatro Kodak, em Los Angeles.

Confira a lista dos indicados:
Melhor Filme
127 Horas
A Origem
A Rede Social
Minhas Mães e Meu Pai
Cisne Negro
Inverno da Alma
O Discurso do Rei
O Vencedor
Toy Story 3
Bravura Indômita
Melhor Atriz
Nicole Kidman, por Reencontrando a Felicidade - Rabbit Hole
Natalie Portman, por Cisne Negro
Michelle Williams, por Blue Valentine
Jennifer Lawrence, por Inverno da Alma
Annette Benning, por Minhas Mães e Meu Pai
Melhor Ator
Jesse Eisenberg, por A Rede Social
Colin Firth, por O Discurso do Rei
James Franco, por 127 Horas
Jeff Bridges, por Bravura Indômita
Javier Bardem, por Biutiful
Melhor Atriz Coadjuvante
Amy Adams, por O Vencedor
Melissa Leo, por O Vencedor
Helena Bonham Carter, por O Discurso do Rei
Hailee Steinfeld, por Bravura Indômita
Jacki Weaver, por Animal Kingdom
Ator Coadjuvante
Mark Ruffallo, por Minhas Mães e Meu Pai
Christian Bale, por O Vencedor
Geoffrey Rush, por O Discurso do Rei
Jeremy Renner, por Atração Perigosa
John Hawkes, por Inverno da Alma
Melhor Diretor
Darren Aronofsky, por O Cisne Negro
David Fincher, por A Rede Social
Tom Hooper, por O Discurso do Rei
Joel Coen e Ethan Coen, por Bravura Indômita
David O. Russell O Vencedor
Melhor Documentário
Saia Pela Loja de Souvenirs
Gasland
Inside Job
Restrepo
Wasteland
Melhor Documentário em Curta-metragem
Killing the Name
Poster Girl
Strangers No More
Sun Come Up
The Warriors os Qiugang
Melhor Edição
Cisne Negro
O Vencedor
O Discurso do Rei
127 Horas
A Rede Social
Melhor Filme Estrangeiro
Biutiful
Caninos
Em Um Mundo Melhor
Incendies
Outside the Law
Melhor Maquiagem
Barney's Version
The Way Back
O Lobisomem
Melhor Trilha Sonora
Como Treinar seu Dragão
A Origem
O Discurso do Rei
127 Horas
A Rede Social
Melhor Canção Original
Coming Home, de Country Strong
I See the Light, de Enrolados
If I Rise, de 127 Horas
We Belong Together, de Toy Story 3
Melhor Animação
Como Treinar o Seu Dragão
Toy Story 3
L´Illusioniste
Melhor Roteiro Original
Um Ano a Mais
O Vencedor
A origem
Minhas Mães e Meu Pai
O Discurso do Rei
Melhor Roteiro Adaptado
127 Horas
A Rede Social
Toy Story 3
Bravura Indômita
O Inverno da Alma
Melhor Som
A Origem
O Discurso do Rei
Salt
A Rede Social
Bravura Indômita
Melhor Edição de Som
A Origem
Toy Story 3
Tron: O Legado
Bravura Indômita
Incontrolável
Melhores Efeitos Visuais
Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e Relíquias da Morte Parte 1
Além da Vida
A Origem
Homem de Ferro 2
Melhor Curta-Metragem de Animação
Day & Night
The Gruffalo
Let's Pollute
The Lost Thing
Madagascar, carnet de voyage
Melhor Curta-Metragem
The Confession
The Crush
God of Love
Na Wewe
Wish 143
Melhor Figurino
Alice no País das Maravilhas
I Am Love
O Discurso do Rei
The Tempest
Bravura Indômita
Melhor Direção de Arte
Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e Relíquias da Morte Parte 1
A Origem
O Discurso do Rei
Bravura Indômita
Melhor Fotografia
Cisne Negro
A Origem
O Discurso do Rei
A Rede Social
Bravura Indômita

Para mais informações acesse o site oficial do Oscar 2011.

notícias:Clint Eastwood fará nova versão de "Nasce Uma Estrela"
A edição digital da revista The Hollywood Reporter confirmou que o ator e cineasta Clint Eastwood vai dirigir uma nova versão do musical Nasce uma Estrela com a cantora Beyoncé. O projeto ainda inclui Jon Peter e Bill Gerber.
Nesta nova versão, uma jovem cantora (interpretada por Beyoncé) irá se apaixonar por um astro de rock (ainda sem ator definido). Nasce Uma Estrela  já tem três versões para as telonas: a primeira é de 1937, com Janet Gaynor e Fredric March; a segunda, de 1954 foi protagonizada por Judy Garland e James Mason e a terceira com Barbra Streisand e Kris Kristofferson, de 1976.

 

notícias:Carros 2 tem as primeiras imagens divulgadas
A Disney-Pixar liberou as primeiras imagens oficiais da sequência deCarrosCarros 2  estréia nos cinemas cinco anos após o primeiro e vai contar a volta do Relâmpago McQueen às corridas, junto com seu melhor amigo Mater. Os dois passarão por muitas aventuras quando entram na Corrida dos Campeões, que os levarão em uma emocionante viagem ao redor do mundo.
Carros 2 (Cars 2 - World Grand Prix em inglês) conta com Owen Wilson e Michael Caine na dublagem original e terá cópias em 2 e 3D. A animação chega nas salas de cinema em julho deste ano.




notícias:Primeiro teaser de A Era do Gelo 4 é divulgado
   Caiu na rede o teaser do quarto filme da franquia A Era do Gelo. Nesse teaser o esquilo trapalhão Scrat e sua inseparável noz separam os continentes e visitam o centro da Terra.
  O longa contará com os mesmos personagens principais dos anteriores: os mamutes Manny e Ellie, o tigre dente de sabre Diego e a preguiça Sid, além de Scrat.
  A Era do Gelo 4Ice Age: Continental Drift (ainda sem título oficial em português) é dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha e estreia nastelonas em 13 de julho de 2012
 

notícias:Veja a Primeira Imagem Do Novo Spider Man
    A Sony Pictures  divulgou a primeira imagem oficial de Andrew Garfield (de A Rede Social) como o Homem Aranha. O novo filme do heroi dos quadrinhos, Homem Aranha 4, será um recomeço na saga de Peter Parker que iá ignorar as histórias dos três primeiros, protagonizados por Tobey Maguire.
     Homem Aranha 4 (Spider-Man Reboot) em inglês) é dirigido por Marc Webb (de 500 Dias com Ela) e tem estréia marcada para 03 de julho deste ano.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

o filme mais esperado do ano  hp7.2
 chega ao fim 
e já tem data de lançamento 15/07/11
é só esperar .

                                              *



sábado, 12 de fevereiro de 2011

críticas:Homem de Ferro 2

Em Homem de Ferro 2  o mundo já conhece a identidade do super-herói de armadura, o bilionário Tony Stark (Robert Downey Jr.). Contando ainda com a ajuda dos amigos Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e o coronel James Rhodes (Don Cheadle), Stark é pressionado pelo governo e pelo senador Stern (Garry Shandling) a revelar o segredo da tecnologia usada no homem de ferro, para os militares americanos. Como se não bastasse, seu arqui-inimigo e empresário Justin Hammer (Sam Rockwell) tenta de tudo para criar armaduras iguais a do Homem de Ferro. Já na Rússia, Ivan Danko (Mickey Rourke), filho do cientista parceiro do pai de Stark e supostamente prejudicado por ele no projeto, planeja vingança. Ivan herda a inteligência de seu pai e cria uma armadura para si com chicotes que emitem descargas elétricas.
A direção de Jon Favreau (atuando também como o motorista Happy Hogan) opta, neste segundo longa, por mostrar mais a personalidade de cada personagem do que centrar em uma ação, uma história. Os personagens e pormenores que não puderam ser exibidos no primeiro filme agora são narrados, mas a razão principal da história, o homem de ferro, pouco aparece nas quase duas horas de duração. Starks tem sua personalidade mostrada mais a fundo. O herói totalmente às avessas e narcisista, que tem como alter-ego sua própria armadura de ferro, parece não entender o seu papel no mundo, só quer se divertir e não se comporta como herói – apesar de sempre afirmar e necessitar que todos digam o quanto ele é importante. Justin Hammer cuida da parte cômica do filme, e ao lado do esticadíssimo Mickey Rourke, a frente do vilão russo Ivan Vanko, se transforma no Chicote Negro (um erro foi não apresentar seu nome no longa) estão em ótima atuação juntos. Gwyneth Paltrow é, novamente, Pepper Potts, a secretária de Stark que, dessa vez, dá a ela a presidência de sua empresa e Scarlett Johansson é Natalie Rushman, uma assistente do departamento jurídico que, mais tarde, se revela a Viúva Negra. Ambas não têm participações de destaque, salvo as cenasde luta de Johansson, que diz ter treinado lutas marciais por sete meses para encarnar a personagem.
Não escondo minha empolgação aos filmes de super-heróis, principalmente os da Marvel, sempre tão aguardados e queridos pelo público. Mas quando o assunto são as sequências, eis que a empolgação dá lugar ao medo. Notadamente, muitas das continuidades cinematográficas são mais para encher os bolsos dos estúdios do que acrescentar ou reforçar a história anterior. Para Homem de Ferro 2, tudo isto é válido. O primeiro longa vem na medida certa, apresentando o protagonista – e senhor da história – e suas aventuras recheadas de ação. O enredo do segundo é o mesmo, nada de novo é apresentado. Ao término, fica uma sensação de história perdida. Mesmo com, novamente, a ótima atuação de Robert Downey Jr., dando vida ao popular e nada modesto Tony Stark, do amigo, o coronel James Rhodes (Don Cheadle, substituindo muito bem Terrence Howard) e a comicidade na medida de Justin Hammer (Sam Rockwell), o filme desaponta e não supera as expectativas. Com muita enrolação, ao menos os diálogos são muito bem fundamentados e consistentes. É isto que nos faz permanecer atentos e não sair antes do final.
O começo de Homem de Ferro 2 dá a sensação de que teremos um filme empolgante, e em algumas partes, assim permanece. Infelizmente o que se segue vem muito morno, com piadinhas que, na maioria das vezes, não funcionam. O início, ao som de Shoot to thrill do AC/DC, foi uma combinação perfeita. A trilha, inclusive, é recheada das canções da banda australiana, e dá o tom exato de empolgação aos momentos de ação. Falando em som, este é algo que incomoda, e muito. Os quase ensurdecedores efeitos das explosões e lutas torna impossível ouvir o que os personagens estão dizendo. Quanto a qualidade técnica dos efeitos especiais, sem dúvida permanecem muito bem colocados, como no primeiro filme.
Enfim, o longo (sim, com trocadilho proposital) vai novamente – a exemplo de X-Men Origens-Wolverine –, desapontar alguns fãs da Marvel. Mas, se for assistir sem compromisso e nenhuma expectativa, vai valer a pena.

critícas:Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet

        Imagine ir a uma barbearia e ser morto com uma navalha e seu corpo virar recheio de torta saboreada por toda Londres. Difícil de digerir? Pois esta é a história de Sweeney Todd: o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet,musical de 2007 dirigido por Tim Burton em mais uma parceria com Johnny Depp. O ator interpreta o barbeiro Benjamim Barker que retorna à cidade de Londres após ter sido expulso com uma mentira arquitetada pelo juiz da cidade; que, na verdade, queria ficar com a esposa e também com a filha do barbeiro. 
        O clima tenso e os cantos nem sempre afinados dos atores principais marcam o terror explícito nesta história cercada de assassinatos. Dividindo a cena com Depp, Helena Bonham Carter é a cozinheira Lovett, vendedora de tortas pouco atraentes que ajuda o barbeiro no seu plano demoníaco. Helena é esposa do diretor Tim Burton. Seu rosto me veio à memória quando consultei minha “DVDteca” e constatei que Depp, Burton e Helena tinham mais em comum do que eu imaginava. Os três estiveram juntos em Fantástica Fábrica de Chocolate (2005), Noiva-Cadáver (2005) e Alice no País das Maravilhas (2010). Confesso não achar Bonham Carter a melhor das atrizes, e o fato de ela ser vista mais em filmes de marido do que de outros diretores, sempre me deixou um tanto encucada. Porém, sua atuação neste musical foi mais coerente e acertada. O que se percebe no filme é que, claramente, o casal não canta profissionalmente. Entretanto, por conta da sempre ótima atuação de Depp, ele e Helena formaram um perfeito casal sinistro, em sintonia com as aspirações de vida do protagonista.
        A maquiagem, o cenário londrino do século XIX e as cores utilizadas (ou ausência delas) – principalmente o cinza, preto e o vermelho, para as cenas onde a navalha se faz presente – formam um conjunto em total sintonia com o clima pesado e de suspense sustentado pelo desejo de vingança que o barbeiro nada convencional carrega. Nisto, a direção de arte, premiada no Oscar de 2008, é muito bem acertada e os espectadores parecem fazer parte do contexto da história. É assim que Benjamim Barker enxerga a cidade após anos longe das pessoas que ama: uma Londres sombria, escura e sem felicidade.
        Johnny Depp tem uma longa parceria com Tim Burton, um dos grandes diretores atuais. Começou ainda em Edward Mãos de Tesoura, depois em Ed Wood (1994), A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999), A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005), A Noiva-Cadáver (2005), Alice no País das Maravilhas (2010) e Sweeney Todd: o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet. Depp conseguiu, nesta película musical, apresentar as diversas personalidades do seu personagem, que se mostra duvidoso no início e depois se transforma em uma figura maquiavélica, guardando ódio de muitas pessoas, e amor e saudade da esposa e da filha.
        Para os fãs de musicais como Dançando na chuva (clássico dos clássicos), Fantasma da Ópera (2004), Chicago (2002) e Hairspray (2007), o terror de Sweeney Todd é uma ótima pedida, mas, sem cenas de dança ou qualquer coreografia. Simples frases de um diálogo, expressão de sentimentos ou explicação de algum fato são totalmente cantadas e declamadas. Além do ouvido, os espectadores terão de ter estômago para acompanhar a navalha afiada do barbeiro e os litros e mais litros de sangue jorrando dos pescoços dos seus afortunados clientes.
        Sweeney Todd tem um enredo simples e a escolha em mantê-lo como musical foi uma perfeita junção, sem modificar a ideia original de Stephen Sondheim e Hugh Wheeler da peça apresentada na Broadway. Burton foi competente mais uma vez primando por uma direção detalhista, nos fazendo sentir como se estivéssemos presentes em uma apresentação na teatral. No geral, as atuações são boas, a cantoria mediana e o desfecho original e surpreendente, mas, incompleto.
        Talvez, você possa se perguntar ao final do filme se, apresentado sem boa parte das músicas, apenas com os diálogos, ele seria melhor. Acho que não. Porque em Sweeney Todd, todo cuidado não é um mero detalhe.

críticas:Matadores de vampiras lésbicas
      
        Matadores de vampiras lésbicas, comédia de 2009, tem um enredo que não se dá o trabalho de aprofundar e explicar seus próprios detalhes. A história tem como protagonistas Fletch (James Corden), que acabou de perder seu emprego e seu amigo Jimmy (Mathew Horne), que perdeu mais uma vez a namorada. Eles decidem, então, viajar nas férias; e sem um destino pré-estabelecido, lançam um dardo no mapa que encontra a cidade de Cragwich, na Inglaterra. O que os amigos não sabem, é que, neste vilarejo, mulheres são vítimas de uma lendária vampira lésbica. 
        O diretor Phil Claydon pensou no marketing perfeito, a começar pelo título um tanto quanto inútil e tentador. Aliou a estes elementos um grupo de belas mocinhas, que conhecem Fletch e Jimmy, já que se hospedam na mesma casa abandonada que os rapazes. As moças, do tipo burras, porém gostosas, somem uma a uma, atraídas pelas vampiras lésbicas, restando apenas uma do grupo, a que parece ser a mais inteligente: Lotte (MyAnna Buring), que se junta à dupla de amigos trapalhões para enfrentar as sugadoras de sangue antes que a poderosa-rainha-vampira-lésbica Carmilla, morta a séculos atrás pelo barão McLaren, volte à vida e domine o mundo transformando todas as mulheres em vampiras lésbicas. E só. O enredo se constrói assim, sem muitas delongas. 
        Contando com rostos desconhecidos do público brasileiro, Matadores de vampiras lésbicas corre em 88 minutos num clima totalmente trash, uma comédia que tenta ser picante e piadinhas que, no geral, são bem colocadas. O que não se pode dizer dos efeitos especiais, que beiram ao horror e ao ridículo, de tão mal feito e explícito, digno de principiantes. Mas, este é um mero detalhe da fórmula construída pelo diretor Claydon. Isto passaria despercebido incluindo-se vampiras lésbicas, sussurrantes e com pouca roupa; que muito se lambem e se esfregam e pouco mordem (se é que isto pode vir a fazer parte de algum fetiche masculino). A intenção era justamente atrair adolescentes famintos pelo gênero de terror e vampiros. Quem sabe este não foi o motivo do longa ter sido exibido nas salas de cinema?
        A veia cômica de Matadores fica por conta do gordinho caricato Fletch. Louco, é claro, por mulheres (mas que não conquista nenhuma), sente-se inconformado por moças tão belas serem lésbicas e não sobrar nada para ele. Ao lado do vigário do vilarejo, que tenta salvar a filha da maldição das vampiras, o ator James Corden protagoniza cenas muito divertidas sem apelações. Já a parte péssima do filme fica com a horrível e nada empolgante dublagem de João Gordo. Realmente não funcionou. Melhor, atrapalhou. João nunca tinha dublado, e isto fica claro na sua colaboração sem ritmo e em total descompasso com as expressões faciais e corporais de Fletch, o gordinho simpático. Fica a dica para assistir com o áudio original em inglês.
        Matadores de vampiras lésbicas está na linha mediana da aprovação. Não chega a ser uma comédia de matar de rir. Mas também não mata de raiva. É tão bobo e simples que chega a ser hilário.

críticas:Piranha 3D

Sexo, suor e sangue. Estas três palavras resumem a tag da capa brasileira de Piranha 3D. Muito sangue jorrado e muito suor exalado pelos atores para nadar desesperadamente contra os ataques das piranhas. Mas, e o sexo? Fica a cargo do excesso de peitos provenientes das assanhadas jovens que só querem beber e dançar à beira do lago – o pode incomodar as mulheres e alegrar os homens –, como a cena da dança aquática entre duas mulheres nuas embaladas por música clássica.
Piranha 3D se divide em duas histórias que não conseguem estabelecer uma conexão. Na primeira, a xerife Julie Forester (Elisabeth Shue, de O Amigo Oculto) de uma pequena cidade às margens do Lago Victoria, nos EUA, tenta ao lado de uma pequena equipe de pesquisadores descobrir o que matou o pescador Matt Boyd. Na segunda história, temos o filho da xerife, Jake Forester (Cody Kennedy) que fica em um local afastado do rio com o diretor de filmes pornôs Derrick Jones (Jerry O’ Connell, de Bebê a bordo) e suas atrizes Danni (Kelly Brook) e Crystal (Riley Steele). Para reforçar o time, junta-se à trupe a desnecessária Kelly (Jessica Szohr), amor da adolescência de Jake. São muitos rostos desconhecidos que conseguem ao menos nos convencer do que se mostra em cena. Junta-se a eles Christopher Lloyd (da saga De Volta para o Futuro) como o pesquisador Goodman, a quem Julie e os pesquisadores recorrem para tentar descobrir que é aquele peixe que está devorando todos que encontra pela frente.
O longa não foi gravado e sim editado em 3D. E o resultado foi um tanto quanto catastrófico, crítica reforçada por James Cameron (que curiosamente dirigiu Piranha II - Assassinas Voadoras em 1981). As lentes dos óculos 3D mais incomodam do que passam realidade. São poucas as cenas de tridimensão. Uma pena, porque o recurso poderia ter sido melhor aproveitado do que simplesmente com objetos e partes do corpo lançados na cara do espectador.
Dirigido por Alexandre Aja (de Viagem Maldita), o longa se atreve a se classificar como terror, mas faz mais rir do que dá medo. As cenas cômicas são bem colocadas, como a engraçada cena do pênis decepado. E também consegue assustar em alguns momentos. Assusta mais pelo aumento ensurdecedor do som quando as piranhas de aspecto quase alienígena atacam. Piranha 3D é um filme mediano que não se leva a sério e não pretende que os seus espectadores o tratem desta forma. As histórias são mal encaixadas, as explicações (quando existentes) dos fatos soam quase que inverossímeis e há muitas atuações ruins e “canastronas”. Mas, as mortes provenientes dos ataques das piranhas são muito bem feitas. Palmas para a equipe de maquiagem.
Conselhos sempre são bons ao indicar um filme. Portanto, aconselho que não coma durante a exibição, porque você vai precisar e muito do seu estômago. E o mais importante: nunca jogue garrafas na água, pois nunca se sabe quando uma delas poderá provocar um abalo tão grande no fundo do rio a ponto de provocar uma carnificina.
Matadores de vampiras lésbicas
      
        Matadores de vampiras lésbicas, comédia de 2009, tem um enredo que não se dá o trabalho de aprofundar e explicar seus próprios detalhes. A história tem como protagonistas Fletch (James Corden), que acabou de perder seu emprego e seu amigo Jimmy (Mathew Horne), que perdeu mais uma vez a namorada. Eles decidem, então, viajar nas férias; e sem um destino pré-estabelecido, lançam um dardo no mapa que encontra a cidade de Cragwich, na Inglaterra. O que os amigos não sabem, é que, neste vilarejo, mulheres são vítimas de uma lendária vampira lésbica. 
        O diretor Phil Claydon pensou no marketing perfeito, a começar pelo título um tanto quanto inútil e tentador. Aliou a estes elementos um grupo de belas mocinhas, que conhecem Fletch e Jimmy, já que se hospedam na mesma casa abandonada que os rapazes. As moças, do tipo burras, porém gostosas, somem uma a uma, atraídas pelas vampiras lésbicas, restando apenas uma do grupo, a que parece ser a mais inteligente: Lotte (MyAnna Buring), que se junta à dupla de amigos trapalhões para enfrentar as sugadoras de sangue antes que a poderosa-rainha-vampira-lésbica Carmilla, morta a séculos atrás pelo barão McLaren, volte à vida e domine o mundo transformando todas as mulheres em vampiras lésbicas. E só. O enredo se constrói assim, sem muitas delongas. 
        Contando com rostos desconhecidos do público brasileiro, Matadores de vampiras lésbicas corre em 88 minutos num clima totalmente trash, uma comédia que tenta ser picante e piadinhas que, no geral, são bem colocadas. O que não se pode dizer dos efeitos especiais, que beiram ao horror e ao ridículo, de tão mal feito e explícito, digno de principiantes. Mas, este é um mero detalhe da fórmula construída pelo diretor Claydon. Isto passaria despercebido incluindo-se vampiras lésbicas, sussurrantes e com pouca roupa; que muito se lambem e se esfregam e pouco mordem (se é que isto pode vir a fazer parte de algum fetiche masculino). A intenção era justamente atrair adolescentes famintos pelo gênero de terror e vampiros. Quem sabe este não foi o motivo do longa ter sido exibido nas salas de cinema?
        A veia cômica de Matadores fica por conta do gordinho caricato Fletch. Louco, é claro, por mulheres (mas que não conquista nenhuma), sente-se inconformado por moças tão belas serem lésbicas e não sobrar nada para ele. Ao lado do vigário do vilarejo, que tenta salvar a filha da maldição das vampiras, o ator James Corden protagoniza cenas muito divertidas sem apelações. Já a parte péssima do filme fica com a horrível e nada empolgante dublagem de João Gordo. Realmente não funcionou. Melhor, atrapalhou. João nunca tinha dublado, e isto fica claro na sua colaboração sem ritmo e em total descompasso com as expressões faciais e corporais de Fletch, o gordinho simpático. Fica a dica para assistir com o áudio original em inglês.
        Matadores de vampiras lésbicas está na linha mediana da aprovação. Não chega a ser uma comédia de matar de rir. Mas também não mata de raiva. É tão bobo e simples que chega a ser hilário.
Matadores de vampiras lésbicas
      
        Matadores de vampiras lésbicas, comédia de 2009, tem um enredo que não se dá o trabalho de aprofundar e explicar seus próprios detalhes. A história tem como protagonistas Fletch (James Corden), que acabou de perder seu emprego e seu amigo Jimmy (Mathew Horne), que perdeu mais uma vez a namorada. Eles decidem, então, viajar nas férias; e sem um destino pré-estabelecido, lançam um dardo no mapa que encontra a cidade de Cragwich, na Inglaterra. O que os amigos não sabem, é que, neste vilarejo, mulheres são vítimas de uma lendária vampira lésbica. 
        O diretor Phil Claydon pensou no marketing perfeito, a começar pelo título um tanto quanto inútil e tentador. Aliou a estes elementos um grupo de belas mocinhas, que conhecem Fletch e Jimmy, já que se hospedam na mesma casa abandonada que os rapazes. As moças, do tipo burras, porém gostosas, somem uma a uma, atraídas pelas vampiras lésbicas, restando apenas uma do grupo, a que parece ser a mais inteligente: Lotte (MyAnna Buring), que se junta à dupla de amigos trapalhões para enfrentar as sugadoras de sangue antes que a poderosa-rainha-vampira-lésbica Carmilla, morta a séculos atrás pelo barão McLaren, volte à vida e domine o mundo transformando todas as mulheres em vampiras lésbicas. E só. O enredo se constrói assim, sem muitas delongas. 
        Contando com rostos desconhecidos do público brasileiro, Matadores de vampiras lésbicas corre em 88 minutos num clima totalmente trash, uma comédia que tenta ser picante e piadinhas que, no geral, são bem colocadas. O que não se pode dizer dos efeitos especiais, que beiram ao horror e ao ridículo, de tão mal feito e explícito, digno de principiantes. Mas, este é um mero detalhe da fórmula construída pelo diretor Claydon. Isto passaria despercebido incluindo-se vampiras lésbicas, sussurrantes e com pouca roupa; que muito se lambem e se esfregam e pouco mordem (se é que isto pode vir a fazer parte de algum fetiche masculino). A intenção era justamente atrair adolescentes famintos pelo gênero de terror e vampiros. Quem sabe este não foi o motivo do longa ter sido exibido nas salas de cinema?
        A veia cômica de Matadores fica por conta do gordinho caricato Fletch. Louco, é claro, por mulheres (mas que não conquista nenhuma), sente-se inconformado por moças tão belas serem lésbicas e não sobrar nada para ele. Ao lado do vigário do vilarejo, que tenta salvar a filha da maldição das vampiras, o ator James Corden protagoniza cenas muito divertidas sem apelações. Já a parte péssima do filme fica com a horrível e nada empolgante dublagem de João Gordo. Realmente não funcionou. Melhor, atrapalhou. João nunca tinha dublado, e isto fica claro na sua colaboração sem ritmo e em total descompasso com as expressões faciais e corporais de Fletch, o gordinho simpático. Fica a dica para assistir com o áudio original em inglês.
        Matadores de vampiras lésbicas está na linha mediana da aprovação. Não chega a ser uma comédia de matar de rir. Mas também não mata de raiva. É tão bobo e simples que chega a ser hilário.